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terça-feira, 22 de setembro de 2009


Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida...

(Soren Kiekegaard)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

"Eis que te digo..." (5)

Conclusão:

Falar até papagaio fala, ouvir vozes qualquer esquizofrênico ouve.

Ser profeta é assumir a profecia, mesmo que isso implique em ser jogado no poço como Jeremias, ou ser apedrejado até a morte como no caso de Estevão, ou então morrer na cruz igual Jesus.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Eis que te digo... (4)

Por ultimo, trago meu principal ponto de reflexão.

Profetas dizem falar em nome de Deus... Minha pergunta é: em nome de qual deus eles falam? Em nome de dEUs ou de Deus?

Falar em nome de Deus é fácil, difícil é assumir o que se fala, e conseqüentemente os erros e equívocos concernentes a nossa condição humana.
Pessoas com problemas emocionais e de identidade não conseguem falar por si, e usam a divindade para manipular, controlar e realizar seus próprios caprichos.

Quando a voz de um líder se torna a voz de Deus, o mesmo passa a ser inquestionável. Porém está provado biblicamente (por ex: torre de Babel, Nabucodonosor, Saul) e historicamente (por ex: império romano, nazismo), que o absolutismo humano, por mais “espiritual” que pareça, esta fadado ao fracasso.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

"Eis que te digo..." (3)

Outra coisa muito interessante é imaginar que a profecia tenha sido dada pelo próprio Jesus.
Em outras palavras, é como se perguntássemos: - Será que Jesus falaria algo assim?

É difícil imaginar Jesus acusando alguém, relembrando seus pecados, e usando tudo isso para manipular Sua vontade na vida desse pobre indivíduo.

Até onde eu saiba, segundo o livro preto, o acusador é o diabo.

Se a cena imaginada não faz nenhum sentido, então com certeza a profecia não provém de Deus. Se Jesus não falaria tal coisa, como alguém pode falar essa tal coisa em nome de Deus?

terça-feira, 21 de julho de 2009

"Eis que te digo..." (2)

Penso que algumas coisas precisam ser levadas em conta ao ouvirmos profecias.

Primeiramente é preciso verificar se existe coerência entre discurso e vida.

A mula falante da história de Balaão não é uma regra e sim exceção, portanto sair por aí ouvindo mulas é um tremendo absurdo.

A vida de quem fala em nome de Deus precisa preceder suas profecias.
Vale ressaltar que analisar não tem absolutamente nada a ver com julgar.

Sejamos como os crentes de Beréia.